NORTE 2015

Domínios Temáticos

O desenvolvimento da Iniciativa NORTE 2015 na sua primeira fase, correspondente à elaboração do Diagnóstico Prospectivo Regional 2007-2015, estrutura-se em quatro domínios fundamentais de análise, designados de “Grupos de Prospectiva”: As Pessoas, As Actividades Económicas, O Território, As Instituições.

Temas de Análise e Peritos Convidados
Questões Transversais de Análise
Questões Específicas de Análise por Grupo de Prospectiva e Tema

Temas de Análise e Peritos Convidados

No âmbito dos Grupos de Prospectiva, foram definidos conjuntos de temas específicos de análise, sectoriais e territoriais, objecto de estudo e elaboração de propostas por parte de Peritos convidados e de debate em iniciativas públicas (como o Seminário NORTE 2015) e nos “Ateliers Temáticos” que serão constituídos, abertos à participação de especialistas e representantes institucionais do respectivo âmbito temático em apreço.

Resultarão desses exercícios temáticos de estudo e debate um conjunto de documentos que deverão configurar o Quadro de Referência Estratégico (QRE) para a concepção de políticas públicas aplicáveis na Região do Norte entre 2007-2015.

Grupos de Prospectiva

As Pessoas”
Coordenador: Rui Azevedo
Temas de Análise
“Educação e Formação” / Perito: José Matias Alves
                                   “Inclusão Social” / Perito: Fernanda Rodrigues
                                   “Saúde” / Perito: Suzete Gonçalves
                                   "Cultura" /Perito: Helena Santos
                                   "Emprego e Desemprego" / Perito: José Manuel Varejão


“As Actividades Económicas
Coordenador: Daniel Bessa
Temas de Análise
“Sectores Tradicionais e Competitividade” / Perito: Brás Costa
“Intensificação tecnológica e Especialização Regional"
                                   - Eixo TICE's e Máquinas e Material Eléctrico / Perito: José Manuel Mendonça
                                   - Eixo Bioquímica/Biotecnologia e Agro-alimentar / Perito: Francisco Xavier Malcata
                                   - Eixo Saúde, Dispositivos Médicos e Farmacêutica / Perito: Joaquim Cunha
                                   “Externalidades e Investimento Directo Estrangeiro"
                                   - Eixo Custos de contexto e captação de IDE)” / Perito: Paulo Vieira
                                   - Eixo Externalidades positivas e oportunidades de captação de IDE)” / Perito: Emídio Gomes


“O Território”
Coordenador: Ricardo Magalhães
Temas de Análise
“Dinâmicas Territoriais” / Perito: Teresa Sá Marques
“Sistemas Ambientais”
/ Perito: Arnaldo Machado
                                   “Mobilidade, Acessibilidades e Transportes” / Perito: António Babo
                                   “Sustentabilidade do Território I” / Perito: Teresa Andresen
                                   “Sustentabilidade do Território II” / Perito: Américo Mendes
                                   “Governança do Território” / Perito: Paulo V. D. Correia


“As Instituições”
Coordenador: Isabel Cardoso Ayres
Temas de Análise
“Parcerias para o Desenvolvimento regional” / Perito - José Reis
“Administração Local (Eixo Organização, Gestão e Qualificação da Administração Local)” / Perito: Carlos Morais Gaio
                                   “Administração Local (Eixo Financiamento da Administração Local)” / Perito: José Costa
                                   "Cooperação Inter-regional" /Perito: João Marrana
                                   "Serviços Desconcentrados" / Perito: Vital Moreira


Questões Transversais de Análise

Sem prejuízo dos ajustamentos que, em cada caso, se justifiquem, cada uma das áreas temáticas dos diversos Grupos de Prospectiva deverá ser estruturado em torno dos seguintes pontos:

I. Diagnóstico sintético e quantificado da situação actual e das tendências pesadas de evolução, analisando, nomeadamente, a coerência e incidência territorial do investimento/políticas públicas na área temática em apreço; diagnóstico este que deverá ter em consideração, sempre que possível, os contextos inter (NUTS III, Agrupamentos de Municípios, etc.) e macro-regionais (Região do Norte vs Portugal vs União Europeia). A síntese desse diagnóstico deve ser materializada numa matriz SWOT (Pontos Fortes, Pontos Fracos, Riscos e Oportunidades);

II. Identificação de uma visão desejável sobre o estado de desenvolvimento da Região do Norte em 2015 na área temática em apreço, bem como dos objectivos estratégicos das políticas públicas (e respectivos factores críticos/condicionantes) compagináveis com essa visão e, concomitantemente, dos indicadores – devidamente quantificados - que permitam avaliar, mais tarde, da consecução desses objectivos estratégicos;

III. Pré-identificação, sempre que pertinente, para cada um desses objectivos, de projectos âncora, programas de acção, medidas / instrumentos de políticas públicas, etc., que permitam promover o desenvolvimento regional na área temática em apreço (e, quando aplicável, induzir negócios a montante e a jusante na cadeia de valor), pré-identificando, igualmente, os actores susceptíveis de integrar parcerias público-público e público-privado que permitam levar a cabo esses projectos-âncora e/ou programas de acção;

IV. Constituição, sempre que pertinente, de um anexo estatístico de suporte ao diagnóstico.

 

 

 

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